Atletas conquistaram 63 primeiros lugares, 50 segundos lugares e 41 terceiros em evento sem medalhas

A Associação Bauruense de Desportes Aquáticos (ABDA) sediou, neste sábado (3/10), o Torneio Reinício de Natação da Federação Aquática Paulista (FAP), que marcou a volta das competições no Estado de São Paulo, após período de paralisação das atividades devido à pandemia do novo coronavírus, causador da covid-19.

O torneio, realizado sem público, sem entrega de medalhas e com portões fechados, teve a presença de 300 atletas de 18 entidades, contando com três clubes do Mato Grosso. “O campeonato foi extremamente organizado. Tomamos todas providências para separar as equipes por espaços fixos, sem aglomeração. Fomos elogiados por terem que cobrar muito pouco o uso de máscaras, pessoal da limpeza nota 10, com escala de locais fixos, trabalharam muito bem”, elogiou Douglas Gonçalves, técnico da equipe de natação da ABDA.

As provas tiveram transmissão ao vivo pela TV ABDA na página do Facebook. “A transmissão ficou muito boa e foi inédita por partir da entidade querer transmitir natação”, comentou o técnico.

Comissão técnica e toda equipe de apoio que trabalhou no torneio na Arena ABDA

Comissão técnica e toda equipe de apoio que trabalhou na organização do torneio na Arena ABDA

Conquistas – A ABDA competiu com 115 atletas de 12 a 20 anos, que conquistaram 63 primeiros lugares em provas, 50 segundos lugares e 41 terceiros lugares no evento que não teve premiação em medalhas devido à pandemia.

Na categoria petiz (11 a 12 anos), foram 52 atletas. Douglas Gonçalves destacou o resultado expressivo da equipe que está treinando há 8 semanas. Segundo ele, “22 desses atletas já conquistaram ou nadaram abaixo do índice interno da ABDA”.

Nas categorias de juvenil e júnior, 8 atletas da ABDA quase conquistaram o índice de campeonato absoluto, 3 deles já têm ao menos de uma prova ou mais.

O técnico avalia que as expectativas da ABDA foram atingidas e a equipe já está em busca de mais avanços. Ele ainda destacou as impressões do evento por parte dos atletas. “Por estarem tanto tempo sem competir, eles voltaram a sentir o nervosismo e ansiedade pré-prova, o famoso ‘frio na barriga’, que há tanto tempo não sentiam. Eles são movidos à competição, na grande maioria, lidaram bem com essa situação e a saudade de competir prevaleceu”, contou.

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